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Pela formação de um quadro Italiano de Futebol em São Paulo.
São Paulo,
14 de agosto de 1914.
Uma palavra apenas e para esta um cantinho no vosso jornal. Eis do que se trata: alguns conhecidos futebolistas italianos, mas associados à clubes brasileiros, encarregaram-me de escrever-vos acerca de um projeto pôr eles ideado, entre dois goles de café, fazendo-me então compreender que tal projeto o vosso jornal deverá se tornar o propugnador e o propagandista. Nós temos em São Paulo - afirmam os referidos esportistas - o clube de futebol dos alemães, dos ingleses, dos portugueses, dos internacionais e mesmo dos católicos e dos protestantes, mas, um clube que seja exclusivamente de "sportmen" italianos, e sendo nossa colônia a maior do Estado, nada se tentou ainda realizar!
Futebolistas italianos que jogam bem encontram-se em São Paulo, porque,
de comum acordo, não reunimos os referidos senhores, e assim como temos
associações de remo, Vicente Ragognetti. Após à publicação desta carta, parece que se notou no seio da juventude da colônia, um imprevisto e maravilhoso despertar do entusiasmo pelo jogo do futebol, conseqüência da visita dos jogadores peninsulares no Brasil. Cinco dias depois da publicação da referida carta, na mesma rubrica do mesmo jornal, em data de 19 de agosto, apareceu o seguinte comunicado: PALESTRA ITÁLIA Foi organizada uma diretoria provisória, para a formação de uma sociedade que será denominada Palestra Itália. A sociedade compreendera também a seção filodramática e dançante, uma seção esportiva objetivando a organização de um time puramente italiano para o jogo do "football". Os aderentes, que. até ao momento se compõem de estudantes e empregados no comércio, reunir-se-ão hoje às 20 horas no Salão Alhambra, à rua Marechal Deodoro nº 2 (atual Rua Riachuelo), com o fim de eleger a diretoria provisória e para a completa formação da sociedade. Este comunicado foi publicado sob os auspícios de funcionários da firma Matarazzo local, cujos elementos pertenciam ao elenco de sócios da sociedade Recreativa Bela Estrela, pertencentes ao partido da oposição. Desgostoso com a atitude da direção da "Bela Estrela", o grupo de empregados da Matarazzo pensou em retirar-se e formar uma sociedade dançante à parte com sua seção esportiva. Sendo todos italianos ou filhos, de italianos; por proposta do Sr. Luigi Cervo, que chefiava, o grupo em questão, foi decidido denominar-se a sociedade que se pretendia fundar "Palestra Itália": Na noite de 19 de agosto de 1914; no salão Alhambra compareceram 37 pessoas de origem italiana ou de descendência italiana.
A primeira assembléia geral foi realizada em 26 de agosto, noite em que deveria ser oficialmente proclamada a fundação da sociedade. Por gentileza da atual diretoria, podemos aqui transcrever o texto da ata da histórica reunião. Ei-la: “Presentes 37 sócios; conforme lista subscrita, o Sr. Ezequiel Simone foi, por unanimidade dos presentes, nomeado presidente provisório para, dirigir os trabalhos da presente assembléia”. O Sr. Simone agradece e tomando posse do cargo; abre a seção às 9 horas, lendo a seguinte Ordem do Dia, para discutir: 1.° ‑ Leitura, da ata da seção preparatória. 2.° ‑ Discussão e aprovação do estatuto e de diversos regulamentos internos. 3.° ‑ Eleição do conselho deliberativo. 4.° ‑ Várias. Aprovada por unanimidade, fala em primeiro lugar o Sr. Armando Rebucci, que indaga de que modo e com quais meios se deve constituir a biblioteca para a instrução intelectual. O Sr. presidente explica que a biblioteca será oportunamente organizada, com a colaboração de sócios que desejem oferecer livros a sociedade, com fundos sociais ou com subscrição. Lido o capitulo 2.°, o presidente cede o posto ao secretario e propõe a anulação do artigo que fala dos sócios perpétuos, alegando que tal qualidade de sócios e mais para as sociedades, de mutuo socorro, do que para a nossa. O Sr. Ragognetti, entretanto, opta pela admissão dos sócios perpétuos, sendo do mesmo parecer o Sr. Rebucci. O Sr. Simoni insiste em sua proposta.
O Sr. Luigi Medici associa-se à proposta Ragognetti, tendo o presidente posto em
discussão as duas propostas; resultando aprovada por maioria a proposta Ragognetti. O Sr. Oberdan Zamboni, pede explicações sobre o parágrafo "F" do art. 4, relativo aos sócios correspondentes, sendo feita nova leitura, com a qual Zamboni se confessa satisfeito, sendo depois disto aprovada a proposta. É lida a proposta 3a. Revisto § 6° do art. 7° ‑ Deveres dos sócios ‑ O Sr. Ragognetti propõe que a quota mensal para os sócios, efetivos seja de 5$000, quando no estatuto mencionava 3$000. O Sr. Rebucci associa-se ao Sr. Ragognetti, enquanto que alguns presentes optam pelos 3$000. Então o presidente põe em discussão o parecer, tendo a maioria aprovado a quota de 3$000. Discutiu-se depois a taxa de admissão de que trata o capitulo 6. Cervo propõe 5$000 como taxa de admissão, o que foi aprovado por 21 votos. Lidos os capítulos. 4, 5, 6, 7 e 8, foram todos aprovados por "unanimidade. Finalmente, o presidente submete ainda uma vez à aprovação o estatuto, com as modificações feitas, sendo o mesmo aprovado por unanimidade. O Sr. Rebucci pede a palavra e propõe um voto de aplauso aos que compilaram o estatuto. 0 presidente não concede a discussão por tratar-se de assunto concernente as várias, e, de acordo com os presentes, pede a aprovação do regulamento a juízo do futuro conselho. Procede-se então à eleição do conselho deliberativo, por escrutínio secreto. Votaram 34 presentes. É eleita a seguinte diretoria :
Presidente, Ezequiel Simone (28 v.); vice-presidente, Luigi E. Marzo
(unan.); secretário, Luigi Cervo. (unan.); vice-secretário, Antonio
Aulicino (unan); revisores de contas, Guido Giannetti, Oreste Giangrande,
Armando Rebucci; (todos por unanimidade) ; tesoureiro, Francisco de Vivo
(33 v.); 1º mestre-sala, Alvaro F. Silva; 2º mestre-sala, Francisco
Morelli; inspetor de sala, Francesco Cilento e Adolfo Izzo; diretor
esportivo, Vicenzo Ragognetti (32 v.). O Sr. presidente e depois o Sr. Luigi Cervo, agradecem aos presentes a confiança neles depositada, prometendo fazer o possível, mesmo com sacrifícios, para que o Palestra Itália ocupasse o primeiro lugar entre sociedades congeneres, como digna do nome que leva e que invoca a pátria distante. Em vista do adiantado da hora, e nada havendo de importante a tratar, o presidente dá a seção por encerrada, às 24 horas e 55 minutos. Aprovada por unanimidade de votos. São Paulo, 7 de outubro de 1914. O presidente (assina) - Ezequiel Simoni. O secretário (assina) - Luigi Cervo". Assim, oficialmente, na noite de 26 de agosto de 1914, foi proclamada a fundação do "Palestra Itália". Texto: Tomás Mazzoni do livro História do Futebol - 1950 |
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Leia Homenagem de Vicenzo Ragognet a Ezequiel Simone
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Luigi Cervo. O grande idealizador da Societá Sportiva Palestra Itália atual Sociedade Esportiva Palmeiras, jovem, com menos de 18 anos, sonhador, esportista, praticava futebol no S. C. Internacional da Capital e no Clube Espéria. Funcionário das indústrias Matarazzo, teve total apoio de seus patrões para fundar um clube para Colônia Italiana. Após expor suas idéias teve adesão de muitos colegas. Soube controlar, como poucos, as conturbadas reuniões que sucederam a fundação do Clube. Foi Secretário na primeira diretoria do Palestra Itália. Franzino na estatura mas um gigante na alma. Vicenzo Ragognetti. Com 13 anos, estudante do Mackenzie, amante do jornalismo e boêmio. Ragognetti foi o responsável por escrever a carta ao Jornal Fanfulla conclamando a colônia italiana para formação de um clube de futebol intitulado Palestra Itália. De forte personalidade, defendia suas opiniões veementemente em calorosos debates. Era parceiro de Luigi Cervo. Ezequiel Siomone. Admirador do futebol encantou-se com a visita dos times italianos ao Brasil em 1914. Homem maduro, apoiou de forma plena a Luigi Cervo na criação do Palestra Itália. Por sua experiência foi nomeado Presidente do Palestra Itália. Devido ao seu relacionamento conturbado com alguns integrantes da diretoria afastou-se do cargo, mas não do clube; esteve presente quando necessário.
Luigi Emmanuele Marzo. Circunspeto e intelectual. O
mentor de grandes idéias, organizou as primeiras diretrizes do Palestra
Itália. redigiu o primeiro estatuto, foi vice-presidente na primeira
diretoria. |
Veja a Galeria de Fotos dos Presidentes do Palestra / Palmeiras
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Ata de Fundação |
Estatuto Capa |
Estatuto Folha 2 |
Estatuto Folha 3 |
Estatuto Folha 4 |
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O Palestra organizava torneios no campo da Rua Major Maragliano, Vila Mariana, para definir o primeiro elenco de jogadores - equipe principal e segundo quadro - A imagem abaixo é do jogo de 8 de novembro de 1914. A equipe atuava com o uniforme que seria usado no primeiro jogo contra o Savóia de Votorantim.

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Votorantim, 24 de janeiro de 1915 Palestra Itália 2 x 0 Savóia
1
- Bianco - Primeiro gol da história, cobrando falta.
Savoia: Culbert. Ferreira e Silveira. Gibi. Zecchi e Fredrich.
Estádio: Castelões, Sorocaba - São Paulo
Árbitro: Sylvio Lagrecca .......................................................
No dia 24 a comitiva palestrina reuniu-se
bem cedo na velha estação da Sorocabana. Um número grande de sócios e
suas esposas acompanhavam a delegação. Muita gente em volta do campo. O Savóia era famoso no interior paulista, primeiro tempo sem gols com o Savóia jogando melhor. No 2º tempo cansaram-se os savoianos. Os Palestrinos atacavam mais, cada vez com mais entusiasmo e Bianco, cobrando falta, faz o 1ª gol da história do Palestra Itália. Um minuto a mais e cobrando penal, Alegretti faz o 2º gol. Quando o arbitro Silvio Lagrecca apitou o fim da partida o Palestra era o ganhador por 2 a 0. Delírio entre os componentes da caravana, na volta a alegria foi contagiante. Assim o Palestra da início à sua vida futebolística, com uma vitória.
*Imagens cedidas por Airton Pan |

Foto oficial da apresentação do "Primeiro Quadro"
do Palestra Itália.
Podemos observar que os jogadores estão em traje de passeio, exceto
o atleta Bonato que está com a camisa que seria usada
no primeiro Campeonato Oficial, 1916.
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Com
o afastamento do Scottish Wanderrers o Palestra Itália foi convidado a
participar do Campeonato Paulista de 1916. Dizem que faltou vinho
naquele dia em São Paulo. |

A
camiseta verde, com uma grande faixa central branca, punhos e golas também
brancas. No peito, o distintivo, quase em triangulo, vermelho, com a cruz de
Savóia, em branco, no centro. Foi com esse uniforme que o Palestra estreou em
jogos oficiais e disputou suas primeiras partidas. Com ele disputou o primeiro
campeonato paulista, em 1916. Mas em 1917 houve a modificação. Neste ano toda a
camiseta passou a ser verde, com os punhos e golas brancas. O distintivo foi
mudado também. Desapareceu a cruz de Savóia. Seu formato passou a ser um
círculo, orlado de vermelho. No centro, ao alto, um círculo menor, branco.
Dentro desse círculo menor, o antigo triangulo, em verde, com as letras "P" e
"I" entrecortando-se em branco. Foi assim até 1942, quando, após a mudança de
nome para Palmeiras, desapareceu o vermelho, ficando apenas o verde e o branco,
com a letra "P" no centro, indicando a inicial do nome do clube.
Veja: Hino do Palestra Itália, 1918
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Palestra Itália 2 x 1 Paulistano
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Leia mais: Palestra Itália, da Fundação ao Primeiro Título
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. Sede . Aqui, neste edifício de esquina da Rua São Bento com a Praça Antonio Prado, o Palestra Itália tinha sua sede em 1920. Depois de adquirido o Parque Antártica, o clube já não podia prescindir também de instalações sociais condizentes com o seu progresso sempre crescente.
O escudo palestrino estava permanen-temente exposto no balcão do sobrado, no ângulo entre a rua e a praça. Nos dias de festas e nos dias de jogos, a bandeira palestrina era hasteada no mastro da grande janela central.
Neste local o Palestra Itália festejou, ruidosamente, a conquista do seu primeiro título de campeão, em 1920.
Fonte: Periquito 70 |
Imagens da Sede Social - Clique para Ampliar
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A
gente Palestrina sonhava em adquirir o local. Os entendimentos para
compra demoraram três anos para serem concluídos. Em 1920,
precisamente no dia 27 de abril, o presidente Menotti Falchi assinava a
escritura de compra do terreno por 500 contos de réis; sendo 250 contos
no ato da compra e 250 contos em duas parcelas anuais. A escritura foi
lavrada no Tabelião Veiga e o Palestra Itália ganhou casa própria.
Imagens* do Parque Antártica no início do século XX
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Campeão Paulista de 1926 Invicto

Leia sobre - "Caso do nome Palestra Itália"
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Quando
eclodiu II Guerra Mundial, aliada ao Japão e a Alemanha, a Itália se
tornou inimiga do Brasil que apoiava as Forças Aliadas. No caso do
Palestra Itália e de outras agremiações esportivas a solução seria a
mudança de nome. Aos que não adotassem, a ameaça do governo
Getúlio Vargas seria de tomar-lhes o patrimônio. + Leia: O Palestra Continua no Palmeiras! + Leia: entrevista com Adalberto Mendes
+
Leia:
Crônica, Nasceu Campeão "O Palestra Itália Morreu Líder e o Palmeiras Nasceu Campeão"
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Palmeiras, Seleção
Brasileira, Belo Horizonte, 7 de setembro de 1965
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Primeira Academia
Valdir. Servílio. Julinho. Waldemar. Ademir da Guia. Djalma Dias. Djalma Santos. Rinaldo. Ferrari. Dudu. Tupãzinho
Palmeiras ganha todos os Títulos disputados em 1972
Campeão Paulista, Invicto - Campeão Brasileiro -
Torneio Laudo Natel - Torneio Mar Del Plata, Taça dos Invictos
Segunda Academia

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MCMXIV - MMIV
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Por Fernando Galuppo
No início dos anos 10 o Velódromo representava o epicentro do esporte bretão. Tão logo a cidade crescia e se transformava, bem como o gosto pela bola, o local foi dragado pelo tempo. Veio os anos 20 e 30 e com ele o eixo do futebol passou a ser o Estádio Palestra, que comportava os grandes eventos esportivos da paulicéia. Nos anos 40 surge o colossal Pacaembu. Que transformou toda a realidade do futebol do passado. Nele o melhor do futebol brasileiro e mundial desfilou as suas jogadas. A concha acústica e suas dependências estão vivas no imaginário de gerações. Nos anos 60 surge o Morumbi. E daí até os nossos dias, os grandes eventos do futebol da capital passaram a ser no gigantesco estádio Cícero Pompeu de Toledo. Eis que se desvela sobre os nossos olhos um Século XXI ávido de modernidade. Cansado, o futebol pede um novo palco que atenda as necessidades do seu tempo. A briga não é mais por capacidade. Mas por facilidades. As formas arquitetônicas e a estética ocupam o lugar do concreto armado, da mesma forma que este veio a substituir as velhas arquibancadas de madeira. É a evolução. É o progresso. É o Palestra Itália. É o Palmeiras.
O estádio palestrino, orgulho de todos nós, é o primeiro passo que nos projetará a conquistas em todas as esferas. O sonho olímpico do alviverde florescerá. Os esportes como um todo ganharão impulso. Nas Américas seremos referência de bom gosto e qualidade, marcas estas que sempre são sinônimos da nossa querida instituição. A inveja e a hipocrisia deixemos para quem as cultive. Pois, nós palestrinos, estaremos concentrados apenas na beleza e na contemplação que emerge do papel. Mesmo porque será na Arena Palestra - a nossa casa - que conquistaremos mais Paulistas, Brasileiros, Sul-Americanos e Mundiais. Um caminho de luz se abre para o glorioso alviverde. Os esportistas de boa fé hão de reverenciar sempre o gesto de toda uma coletividade. Como uma reação em cadeia, este ato ecoará por todo nosso continente. Muitos outros clubes terão as suas casas modernizadas. Mas nós palestrinos lembraremos sempre, com o nosso jeito peculiar de ser recoberto de defeitos e qualidades, que foi ali, na Rua Turiassu que nasceu o primeiro estádio do Século XXI. Mesmo porque, ser primeiro em tudo faz parte da nossa genética!
O Palmeiras é o escudo e a espada desta jornada cósmica que visa transformar a cultura esportiva num ambiente ainda mais plural e harmonioso, sem distinção e preconceitos de sexos, credos e raças. Onde a ignorância e a intolerância dêem lugar apenas à celebração de vitórias épicas e momentos de profunda confraternização! É missão de fé de todas as gerações que carregam consigo a alma alviverde zelar pela ética palestrina expressa em obras como esta que simbolizam e resumem toda a nossa existência como entidade esportiva. Parabéns a todos nós esportistas! Parabéns a todos nós palmeirenses!
A Sociedade Esportiva Palmeiras e a
WTORRE Arenas S/A, subsidiaria da WTORRE Empreendimentos Imobiliários
S/A, assinaram o acordo para a reforma e ampliação do estádio Palestra
Itália, em São Paulo no dia 1 de julho de 2008, que concretizará a
primeira Arena multiuso da "América Latina", totalmente dentro dos
padrões exigidos pela FIFA. |
Curiosidade -- Leia fatos marcantes que aconteceram em agosto de 1914
José Victor M. de Oliveira