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A antiga bandeira do Palestra Itália tinha as cores da Itália: verde,
branco e vermelho, assim como o escudo e o uniforme. A primeira bandeira
está guardada em estojo climatizado. Atualmente, a bandeira do
Palmeiras não tem nada a ver com a do Palestra; esta criada para
representar a comunidade européia.
O Palmeiras tem ainda outros símbolos: "Galhardete" em
miniatura com as especificações da bandeira, mais o nome do clube a
data de fundação, o nome do estado e do país. Um brasão com forma
geométrica do distintivo e ainda um escudo de lapela, relíquia feita
com esmeraldas, que só o presidente usa - símbolo da unidade social e
respeito aos estatutos.
O Periquito é o mascote oficial - Ele foi escolhido por haver muitos
deles na região do Palestra Itália.
O Porco que era cantado pela torcida corintianas pejorativamente em relação
aos italianos, pois, em 1969 durante o Torneio Roberto Gomes Pedrosa,
faleceram em acidente automobilístico, na marginal Tietê, dois atletas
desta agremiação, Lidú e Eduardo. A data de inscrição de
atletas já havia terminado. Só por unanimidade dos participantes do
torneio poderiam inscrever mais jogadores. O Palmeiras foi voz
discordante às pretensões do time da marginal. O diretor de futebol
Sr. José Gimenez Lopes, o Espanhol, foi representante do Palmeiras na
reunião do conselho arbitral. Desde então, a torcida corintiana nos
chama de Porco - com apoio na época, do jornal Notícias Populares. Até que em 1986 um "iluminado"
diretor de marketing do Palmeiras, João Roberto Gobbato, resolveu assumir o porco e desde então,
passou a ser o mascote da torcida.
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